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Guaíra - SP

A que ponto chegamos!!!

Editorial
Guaíra, 27 de setembro de 2018 - 10h37

Inúmeras vezes as pessoas de bem de nossa cidade já se indignaram com a ação dos vândalos.

Estas pessoas, que não têm qualquer qualificação, já danificaram enfeites natalinos, já furtaram placas com o nome de praças, já quebram árvores, levaram a fiação da fonte da lagoa, entortaram placas indicativas de trânsito, colocaram fogo em arbustos, arrancaram frutos verdes pelo simples prazer de não vê-los amadurecer!

No entanto, a ação desses vândalos na Casa de Cultura, não tem  qualquer nominação! Primeiro porque é um próprio Público, segundo que, em tese, é uma Casa onde se aprende, se ensina, se respira e se doutrina a Cultura. Ali não há espaço para fazer qualquer tipo de manifestação.

Pior ainda, fazer uma manifestação do nada! Palavras desconexas, foram escritas, ou melhor, foram borradas, jogadas de qualquer maneira  sobre as paredes do lado de fora da Casa de Cultura, com tintas pretas, deixando um aspecto de sujeira, de relaxo, demonstrando muito bem o que vai dentro da cabeça de uma pessoa – ou pessoas – que  se propõem  a fazer este tipo de demonstração.

O certo é que se houvesse um guarda-noturno fazendo a ronda por aqueles lados e se a população tomasse consciência que isso prejudica ela mesma, quem sabe este tipo de horror não seria inibido?

Ficamos na torcida para que os responsáveis por mais este ato de vandalismo sejam encontrados e exemplarmente punidos, de acordo com a Lei. Eles – os vândalos – deveriam arcar com as despesas das tintas e também com a mão de obra para proceder a limpeza das paredes. Deveriam tirar dos próprios bolsos as quantias necessárias para deixarem a Casa de Cultura limpa como a encontraram quando resolveram  fazer  as pichações e, assim, aprender de uma vez por todas,  que  prédios públicos não são os quintais de suas casas, mas sim o quintal da cidade toda.


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