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Guaíra adere campanha e consegue 800 assinaturas para projeto de lei contra corrupção

Geral
Guaíra, 18 de agosto de 2015 - 14h45

  

Guairenses que quiserem colaborar com o projeto e assinarem o projeto, podem procurar os organizadores na Avenida 7, nº 552 – Centro, portados com o documento CPF, ou ligar para 3331-1432

Centenas de milhares de pessoas foram às ruas no último domingo protestarem contra a corrupção que está afetando o governo brasileiro. Diversas cidades participaram do movimento, que pedia a saída de Dilma da presidência, a prisão de alguns políticos e até apoio ao juiz da Operação Lava a Jato, Sérgio Moro.

Em Guaíra não houve passeata, mas o município aderiu ao projeto de lei do Ministério Público Federal que pede a aprovação de dez medidas, muitas delas paradas há décadas no Congresso, que, se virarem lei, podem acabar com essa triste história de que no Brasil a corrupção compensa.

A cidade conseguiu 800 assinaturas apenas no domingo. Para apresentar ao Congresso Nacional o projeto de iniciativa popular, o órgão precisa recolher 1,5 milhão de assinaturas. Guairenses que quiserem colaborar com o projeto e aderirem à causa, basta ir até a Avenida 7, nº 552 – Centro, portados com o documento CPF, ou ligar para 3331-1432, pois os organizadores ainda estão recolhendo assinaturas.

O trabalho teve início com os estudos desenvolvidos pela força-tarefa do MPF na Operação Lava Jato na primeira instância. O Contas Abertas apoia todas as medidas propostas pelo MPF.

Coordenador da força-tarefa da Operação Lava-Jato em Curitiba, o procurador Deltan Dallagnol gravou vídeo, divulgado pela internet, em que pede ajuda para “construir um país mais justo”. Em um minuto, Dallagnol se apresenta e diz que a “corrupção sangra o nosso país”. “Escândalos de corrupção envolvendo diferentes governos e partidos nos enchem de indignação”, afirma o procurador, ao citar os casos Anões do Orçamento, propinoduto, sanguessuga, mensalão e a Lava-Jato.

As medidas buscam, entre outros resultados, evitar a ocorrência de corrupção, criminalizar o enriquecimento ilícito, aumentar penas da corrupção e tornar hedionda aquela de altos valores. Além disso, o MPF pretende agilizar o processo penal, o processo civil de crimes e atos de improbidade, fechar brechas da lei por onde criminosos escapam (via reforma dos sistemas de prescrição e nulidades) e criminalizar o caixa dois e as lavagem eleitorais e permitir a punição objetiva de partidos políticos por corrupção em condutas futuras.


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