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‘Março Marinho’: conheça a campanha de prevenção contra o câncer colorretal

Geral
Guaíra, 11 de Março de 2017 - 07h40

De acordo com estimativas do INCA, as duas regiões do Brasil onde são encontradas as maiores incidências desta doença são no Sudeste e no Sul do país

Como acontece em vários meses do ano e pegando carona no movimento conhecido como Outubro Rosa, que estimula a participação da população no controle e prevenção do câncer de mama, o Hospital de Câncer de Barretos escolheu o mês de março, que abriga o “Dia Nacional de Combate ao Câncer de Intestino” (27), e a cor azul marinho para criar a campanha de prevenção do câncer colorretal: o “Março Marinho”.

A intenção é que a data seja celebrada anualmente, com o objetivo de compartilhar informações sobre o câncer que acomete o intestino grosso (ou cólon) e o reto (a parte final do intestino).

Educar, informar e divulgar são os principais pilares dessa ação que coloca o HCB como a única instituição do SUS a criar um projeto de rastreamento para essa doença.

Segundo a médica endoscopista Denise Guimarães, o câncer colorretal é o terceiro tipo de câncer mais frequente entre os homens e o segundo entre as mulheres. Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) apontam que em 2016 foram diagnosticados 16.600 novos casos nos homens e 17.620, nas mulheres. “O risco de se desenvolver a doença aumenta na medida em que as pessoas envelhecem. Apesar do câncer colorretal ocorrer em qualquer idade, a maior parte das pessoas atingidas possui entre 50 e 60 anos”, explicou.

A médica disse ainda que alguns fatores externos podem contribuir para o desenvolvimento da doença, como: Consumo de carne vermelha e processada; Sedentarismo; Ingestão abusiva de álcool; Tabagismo; Sobrepeso e obesidade.

“Ainda de acordo com estimativas do INCA, as duas regiões do Brasil onde são encontradas as maiores incidências do câncer colorretal são no Sudeste e no Sul do país. Especula-se que isso acontece devido à urbanização e a adoção de hábitos alimentares de países desenvolvidos, onde são encontrados os maiores números de casos da doença”, afirmou.


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