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E o outro Lado?

Opinião
Guaíra, 7 de junho de 2018 - 09h45

Por Ricardo Sorati

“Sempre trate os seus empregados exatamente como você gostaria que eles tratassem os seus melhores clientes.” É de admirar, contextualizando a partir do mundo corporativo, a relação de proximidade entre os colaboradores e os clientes e o sucesso de uma empresa.

Adentrando conceitos teóricos, se você não entende de pessoas, você não entende de negócios, perceberá a sinergia entre os envolvidos diretamente no sucesso de um empreendimento: funcionários (na moderna gestão de pessoas, usa-se o termo profissionais) e clientes. Não existem empresas sem pessoas. Pessoas dependem das empresas e estas, das pessoas. Há uma sinergia entre ambas as partes.

Neste sentido, entender de pessoas é, acima de tudo, estar alinhado com as necessidades de uma empresa sem, todavia, esquecer-se de seus profissionais. Por quê? Porque pessoas são motivadas por necessidades, possuem objetivos, sonham. Alguns gestores desconhecem sua equipe, chegando, inclusive, a evitá-las. Daí, a importância de conhecer o que as motiva.

Criar um ambiente que facilite o desempenho das atividades é o começo para aumentar a motivação dos profissionais. Profissionais, ligados à venda, por exemplo, tendem a maximizar seus resultados, quando têm reconhecidos seus esforços.

John Marshall Reeve, um psicólogo norte-americano, afirma que as pessoas são complexos sistemas adaptativos, e isso é importante visto que os ambientes em que vivemos estão em contínua mudança. As distintas fases, denominadas gerações X, Y, Z, possuem suas características as quais impactam diretamente no gerenciamento de equipes.

Recentemente, surgiu outra ferramenta que impacta o desenvolvimento das atividades pelos profissionais. É o Second Life, “ferramenta que permite a vivência em ambiente virtual de situações extraídas do ambiente real” (Marcia Regina Banov em Psicologia no gerenciamento de pessoas, p. 120).

Ainda há os dispositivos moveis que facilitam o processo, atraindo potencias clientes, tudo na rapidez de um toque na tela e o tele trabalho, isto é, qualquer trabalho realizado à distância, fora do local tradicional de trabalho.

Todos estes aspectos, juntamente com a dinâmica do mundo, mobilizam novas formas de gerir pessoas. Empresas que não valorizam seus profissionais tendem a permanecer estagnadas, perdendo espaço. Os seus clientes percebem isso. Tudo começa e termina na liderança, na gestão do ativo mais importante: as pessoas. Que tal começar a valorizar este lado tão importante para o sucesso do negócio, os seus profissionais?


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Ricardo Sorati

Ricardo Sorati, 27, é graduando de Administração de Empresas pela Faculdade Barretos.

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