Após nova contratação, ônibus universitário quebra durante viagem a Franca

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Guaíra, 17 de fevereiro de 2017 - 08h01

O secretário de Educação frisou que cumprirá todos os procedimentos legais, mas que, se necessário, aplicará as penalidades cabíveis à empresa responsável pelo transporte

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O problema com as viagens dos estudantes guairenses continua. Nesta semana, durante o caminho para as universidades de Franca, um ônibus da Fênix Turismo quebrou, deixando os alunos na Capelinha. Alguns ligaram para os pais e perderam as aulas, outros esperaram pelo próximo veículo, que os levou até o destino horas depois.

Este caso reacendeu a discussão dos universitários com a prefeitura, que contratou duas empresas no dia 06 de fevereiro, a Fênix Fretamento e Turismo Eirelli – ME (para as rotas de Miguelópolis, Ribeirão Preto e Franca) e a Expresso Fadel Ltda (para Barretos e Bebedouro), com dispensa de licitação, sob regime de urgência, para que as companhias levassem os munícipes às instituições de ensino da região.

Porém, a Fênix é a mesma prestadora do serviço dos últimos anos e colocou os mesmos veículos que eram utilizados no passado, apesar destes não estarem registrados na documentação, o que a deixa apta para o contrato.

Ao questionar o governo municipal, a assessoria de comunicação informou que o secretário de Educação, Renato Moreira, já está buscando soluções. “O Renato recebeu os estudantes na quarta-feira (15) que viajam para Franca. Eles reivindicaram melhorias nas condições dos ônibus que fazem o transporte”, destaca em nota.

“O secretário frisou que cumprirá todos os procedimentos legais, respeitando os princípios contraditórios e ampla defesa, mas que se necessário aplicará as penalidades cabíveis à empresa responsável pelo transporte”, completa.

A empresa foi notificada, a GCM (Guarda Civil Municipal) e o departamento do Almoxarifado foram solicitados para fazer vistoria nos ônibus e analisarem a parte documental, pois dentro do processo de regime de urgência a documentação está legal. Em entrevista a uma rádio local, Renato declarou que se a firma não cumprir o que se exige, o contrato poderá ser cancelado de forma unilateral.

 

 



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