À deriva!

Editorial
Guaíra, 27 de janeiro de 2016 - 10h32

Todos os dias, em qualquer lugar que nos encontremos, seja na padaria, na farmácia, no banco… Onde quer que dois ou mais guairenses se deparem, fatalmente o assunto volta-se para a política local ou Federal.

Assim, invariavelmente, ou fala-se do governo municipal ou fala-se de Dona Dilma. Parece até que estes dois mandatários gostam de ficar na “boca do povo”. Ele provocam os comentários!

Não raro, há declarações – desastrosas – vindas lá pelos lados de Brasília. Aí o cidadão brasileiro balança a cabeça e pensa com seus botões: “como é que deixamos o Brasil cair nas mãos de uma cidadã com uma mentalidade dessas?”

Por aqui nada é muito diferente! É só abrirmos nosso computador e deixarmos entrar as mensagens, com imagens, vindas do “palácio” do Parque Maracá.

Acontece que o conceito do cidadão brasileiro, aquele que interpreta “a fala” da nossa presidente, encontra ressonância aqui em nossa cidade e por aqui também se balança a cabeça e fala-se com os botões: “como é que nos deixamos ser enganados assim?”

Guaíra, nas mãos de quem ainda está lá, está à deriva! Nunca tivemos tantas reclamações como agora! Não vamos enumerar as reivindicações para não sermos, mais uma vez, repetitivos e enfadonhos.

Sabemos o quanto um texto assim é aborrecido para o leitor, mas há uma nova prática na cidade que vem chamando a atenção do cidadão: o grande número de pessoas que precisam trabalhar, que querem arranjar um emprego, de diarista, passadeira, babá, cuidadora de idosos, ou afins. Geralmente são mulheres que necessitam engrossar o orçamento doméstico porque viram o seu poder aquisitivo ser engolido pelos preços dos supermercados.

Muitas dessas mulheres, às vezes, confessam que nunca trabalharam fora, mas que agora há a “precisão”.

Nosso município empobreceu!

 


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