Paixão de Cristo

Editorial
Guaíra, 14 de abril de 2017 - 07h16

Hoje é feriado. Porém não é um feriado qualquer, daqueles que se comemora com muita comida, bebida e descanso.

A data da Paixão de Cristo – mesmo sendo uma data móvel – não é todo ano que acontece no mesmo dia e mês – mesmo assim, sabe-se que a mais de dois mil anos, o filho de Deus foi julgado e condenado à morte sem ter feito nada de mal a alguma pessoa.

Este feriado é diferente porque é guardado no mundo Cristão com muito respeito.

Em nossa cidade é encenado o Calvário de Jesus Cristo, com requintes de fidelidade aos fatos e com muita riqueza de detalhes, lá no espaço do Campo de Futebol José Zuquim Nogueira, com centenas de figurantes.

Mesmo sabendo-se o final dessa história (que é a mais contada em todo o mundo) ainda assim o público se emociona com a Paixão de Cristo e se rejubila-se com a ressurreição.

Esta história já foi cantada em verso, prosa, vídeos, em livros, filmes, encenações, mas não se cansa de revivê-la para mostrar, principalmente o seu final quando Jesus sobe aos céus. Sua ressurreição possui várias conotações até hoje como, por exemplo, um convite à reflexão e que deixemos o homem velho que existe em nós com todos os defeitos cristalizados pelo conturbado dia a dia e deixemos que o homem novo, revigorado e esperançoso renasça em nós, como quis mostrar Nosso Senhor.

Assim, a Sua ressurreição é um fato que não teve somente algumas pessoas como testemunhas; é um fato histórico com efeitos que continuam tão fortes até hoje, fazendo com que nos sintamos renascidos com ele todos os dias.


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