
Os novos pedágios Free Flow entram na viagem quase como um personagem silencioso. Não há cancela, não há fila, não há sinal claro de cobrança imediata. O carro passa, a paisagem continua e a sensação é de liberdade total. Mas, enquanto o motorista segue adiante, câmeras registram a placa ou a tag eletrônica e o sistema faz seu trabalho. A partir dali, começa a contar o prazo de 30 dias para o pagamento. E a conta não chega pelo correio.
Em meio ao espírito de férias, é comum confiar que tudo será avisado depois, que algum comunicado aparecerá em casa. Não aparece. No Free Flow, quem não acompanha, esquece. E o esquecimento transforma um simples pedágio em multa, juros e possíveis pontos na carteira. Não por descuido grave, mas por excesso de confiança.
Para quem utiliza tag eletrônica, a viagem segue quase sem preocupação, já que o débito acontece automaticamente. Para quem não usa, é preciso lembrar de consultar os canais oficiais da concessionária Free Way e conferir se há cobrança registrada. Um gesto rápido, mas que evita transtornos maiores quando a rotina voltar ao ritmo normal.
Vale também aquele aviso de quem se importa. Contar para amigos, parentes e companheiros de viagem faz diferença. Um comentário casual, uma mensagem no grupo da família ou dos amigos pode evitar surpresas desagradáveis e prejuízos desnecessários. Informação compartilhada, nesse caso, é cuidado coletivo.
Janeiro passa, as férias acabam, mas as pendências ficam. O Free Flow combina com a fluidez da estrada e com a leveza da viagem, mas exige atenção depois que o carro estaciona. Curtir o caminho é essencial, mas garantir que tudo esteja em dia é o que permite que a lembrança da viagem seja boa do começo ao fim.

