Jovem de 24 anos é assassinada em rancho de Miguelópolis

Policial
Guaíra, 10 de junho de 2016 - 08h02

Por Fábio Reis

As testemunhas viram Bruna caída no solo do quarto e estava gelada, cheia de hematomas

A polícia foi acionada ao Pronto Socorro de Miguelópolis, na última quarta-feira, 8 de junho, por volta do meio dia, pois, Bruna do Nascimento Vendreras, de 24 anos foi levada já sem vida ao PS. Ela foi morta em um rancho no Condomínio Pontal, às margens do Rio Grande, em Miguelópolis.

O principal suspeito seria um homem com quem ela estaria tendo um caso. No Hospital foi apurado, por intermédio de testemunhas, que o indiciado D.C.P, 36 anos, e a vítima estavam no rancho desde sexta ou sábado, mas que desde segunda-feira estariam brigando, discutindo. O local pertence à família do acusado.

Por volta das 11h45 desta quarta-feira, os caseiros do rancho foram acionados pelo indiciado D.C.P, que pediu socorro, alegando que havia feito besteira, pedindo ajuda a eles. As testemunhas viram Bruna caída no solo do quarto e estava gelada, cheia de hematomas. Mesmo assim, os caseiros ainda ajudaram o rapaz a colocar Bruna dentro de um veículo dos caseiros e vieram para o Hospital local, sendo que próximo a Prefeitura Municipal, o indiciado teria descido do veículo alegando que não poderia ser preso. Mas, solicitou aos caseiros que deixassem ela no Pronto Socorro. O médico teria dito ao caseiro que Bruna já estava morta e não havia mais nada a fazer. D.C.P evadiu-se tomando rumo ignorado.

O local dos fatos foi prejudicado para realização de Perícia, uma vez que não havia mais vestígios de nada. Segundo testemunhas, o indivíduo teria ido ao rancho novamente e limpado os possíveis vestígios. Foi requisitado exame necroscópico da vítima e seu corpo foi encaminhado ao IML de Ituverava.

Foi apurado que o suspeito tem passagem pela polícia e que Bruna residiria na cidade de Ribeirão Preto. O delegado responsável pelo caso, Paulo de Castro Cervantes já pediu a prisão do acusado. Os caseiros estavam em estado de choque devido a brutalidade dos fatos: Bruna tinha marcas de tortura por todo o corpo. Por volta das 3 horas da manhã do dia 8, Bruna havia gritado, mas ninguém imaginava o que poderia ocorrer entre eles. As causas da morte só serão esclarecidas após o trabalho Instituto Médico Legal. (Fábio Reis)


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