Município possui oito casos suspeitos de zika vírus

Geral
Guaíra, 1 de abril de 2016 - 09h20

As oito notificações estão aguardando o resultado dos exames. Em contrapartida, os números de dengue caíram; março registrou 96 positivos e 147 suspeitos

A Vigilância em Saúde confirmou nessa semana que o município possui 8 casos suspeitos de Zika Vírus, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, que aguardam o resultado dos exames. As notificações de dengue reduziram de janeiro à março, contabilizando, neste último mês, 96 positivos e 147 suspeitos.

Apesar desta diminuição, o diretor da pasta destacou que as equipes continuam realizando o combate à Dengue. “Felizmente tivemos uma grande redução de casos de dengue. De fevereiro à março, caíram mais de 700 notificações. Porém, continuamos com nossa ação contra o mosquito Aedes aegypti fazendo visitas de casa a casa, orientações, autuações em terrenos baldios, entre outros”, afirma Mauricio Alves da Silva.

A Vigilância esclarece que os dados têm como base a frequência por mês de início de sintomas, disponíveis no Sinan-NET/Sinan online (Sistema de Informação de Agravos de Notificação – do Ministério da Saúde) que levam em conta quando o paciente começou apresentar os sintomas da dengue e procurou atendimento médico.

O município também registrou nove casos suspeitos de chikungunya, transmitida pelo mesmo inseto. Destes, 2 foram descartados, seis aguardam confirmação dos exames e um caso foi confirmado.

De acordo com Mauricio, para evitar que essas doenças aumentem em Guaíra, a equipe de vigilância já iniciou o programa de nebulização pela cidade. “Iniciamos o trajeto com a nebulização nos bairros onde foram confirmados a maior concentração de positivos, como a região da Vila Aparecida. Neste momento estamos fazendo o centro da cidade e o Vivendas”, explica.

Para o diretor de Vigilância, a melhor recomendação é evitar os focos do mosquito Aedes Aegypti. “Todos devem contribuir no controle da dengue, eliminando os criadouros do mosquito. Para evitar a sua propagação, há necessidade de eliminarmos os locais que acumulam água e servem de criadouro para o Aedes Aegypti, principalmente em nossas residências, assim: Pratos de vasos de plantas devem ser preenchidos com areia; Tampinhas, latinhas e embalagens plásticas devem ser jogadas no lixo e as recicláveis guardadas fora da chuva; Latas, baldes, potes e outros frascos devem ser guardados com a boca para baixo; Caixas d’água devem ser mantidas fechadas com tampas íntegras sem rachaduras ou cobertas com tela tipo mosquiteiro; Piscinas devem ser tratadas com cloro ou cobertas; Pneus devem ser furados ou guardados em locais cobertos; Lonas, aquários, bacias, brinquedos devem ficar longe da chuva; Manter os terrenos limpos; Cuidados especiais para as plantas que acumulam água”, conclui Maurício.


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