Foras da Lei

Opinião
Guaíra, 20 de junho de 2017 - 07h48

No final dos anos de 1800, os irmãos Dalton eram perigosos foragidos nos Estados Unidos. Eles eram policiais, mas gradualmente foram enveredando para o crime e tornaram-se conhecidos nacionalmente, por assaltos a trens e a bancos.

Na ocasião em que resolveram assaltar dois bancos num mesmo dia, os habitantes da cidade, previamente avisados, armaram-se até os dentes e enfrentaram a gangue.  E, após intenso tiroteio, Emmett Dalton era o único sobrevivente dos bandidos.

Pegou quinze anos de penitenciária e depois deste longo período de reclusão foi perdoado e liberto. Na prisão, Emmett Dalton se deu conta de seus erros, e quando em liberdade decidiu que seu desígnio era dissuadir os jovens de uma vida de criminalidade. E então escreveu e estrelou um filme sobre sua própria gangue, com o objetivo de evidenciar a grande tolice, a tremenda patacoada de ser um fora da lei.

Em Provérbios 4:14 a 16, lemos: “Não entres na vereda dos perversos, nem sigas pelos caminhos dos maus. Evita-o; não passes por ele; desvia-te dele e passa de largo; pois não dormem se não fizerem mal e foge deles o sono, se não fizerem tropeçar alguém.”

Prezado leitor, ao longo de minha vida, nunca experimentei tamanha violência contra a pessoa humana como vimos enfrentando atualmente em nosso país. A crescente onda de crimes assusta. Nos envergonha e nos estarrece.

Os políticos são nossa maior vergonha! Há multidões enveredando o caminho do crime e para nosso desassossego, a impunidade grassa aqui e acolá. E muitos perderam o rumo e perderam o prumo. São vis, indecentes, debochados, mentirosos, escarnecedores, imorais.

Mas é tolice trilhar o caminho do mal, porque nada, absolutamente nada, escapa aos olhos de Deus. Prestaremos conta de tudo e de todos os nossos atos, ao criador de todas as coisas. Seremos cobrados, isto é bíblico. Que ninguém se engane!

Há confissões, há denúncias, há delações premiadas vazando por todos os lados… De pessoas ricas, estudadas, bem sucedidas, poderosas… Que poderiam estar vivendo de forma tranquila e sossegada… Mas que não conseguem dormir sonos tranquilos… Para que iate de 12 milhões de dólares… Para que propina mensal de R$ 500 mil… Para ser feliz de verdade, não precisamos de toda esta riqueza… Para ser feliz é preciso uma alma pura!

Para que comprar o silencio do Edu e do Tião, se você não pode esconder nada de Deus? Para que gastar em algo que nunca irá recuperar nem se beneficiar? Para que arranjar sarna para se coçar?

Então, aproveite e arrependa-se genuinamente de sua vida pregressa, vivencie o perdão de Deus, alcance a glória de suas bênçãos e viva em abundância. Ainda há tempo… Enquanto o coração pulsar em seu peito.
Com carinho.


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João Antonio Pagliosa

João Antonio Pagliosa – Eng. Agrônomo – www.palestrantejoãopagliosa.blogspot.com.br

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