
A atividade integra as comemorações pelo Dia Nacional da Luta Antimanicomial (18 de maio). A data lembra a necessidade de substituir o isolamento de hospitais psiquiátricos antigos — como o trágico “Holocausto Brasileiro”, em Barbacena — por um modelo territorial e humanizado. Desde os anos 1970, profissionais, familiares e usuários impulsionaram a reforma. Hoje, a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) aposta nos CAPS, residências terapêuticas e projetos de cidadania. O tratamento privilegia o convívio comunitário, oficinas e suporte sem muros.
Nas redes, a frase “Cuidar sim, internar não” viraliza todo maio. O evento no Mutirão 2 reforça esse grito: saúde mental com dignidade, longe do cárcere. Participe, compartilhe e ajude a derrubar os muros.

