E agora, José?

Editorial
Guaíra, 19 de abril de 2016 - 08h07

Parafraseando Carlos Drummond de Andrade, e agora, Brasil?

“A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou”…”Você que zomba dos outros…”

Quem assistiu a votação dos Deputados – transmitida pelas televisões – notou que havia uma certa inquietação por parte daqueles que não saíram do sofá para engrossar o grito das ruas.

Claro que o Brasil ficou dividido, mas é bom que se saiba que o grito das ruas não pretendia separar o Brasil, como quer deixar transparecer o presidente Lula em suas falas: ninguém quer separar ricos de pobres, nem os mortadelas dos coxinhas… O povo está, e isto ficou claro e notório, contra a roubalheira, a corrupção, os desvios para outros países como Venezuela, Bolívia, Cuba… Contra, principalmente, as mentiras que se repetem cada vez que Dona Dilma tem a oportunidade dos holofotes em cima dela!

É nisso que o povo quer dar um basta!!! É por isso que saem às ruas! Ninguém quer ver a nação dividida! Quem divide nosso país é o próprio ex-presidente Lula e a própria Dona Dilma! Mentem descaradamente e isto vem acontecendo desde os debates da eleição. Não acreditam que esta fórmula está superada.

Mas, agora, encerrado o primeiro capítulo deste pedido de impeachment, vamos nos desgastar novamente com mais um episódio: o do Senado!!! Ninguém pode esquecer que o presidente do Senado é Renan Calheiros, que assim como Cunha, tem processos a perder de vista!

Mas, todos os políticos já sentiram o poder da voz nas ruas! Por aqui também é assim: Sérgio de Mello não se cansa de ler as críticas cada vez que usa a rede social para fazer um pronunciamento! Até parece que ele não tem assessoria de comunicação para orientá-lo e dizer ao mais claro e objetivo português: Prefeito, o mar não está para peixe para o lado dos petistas. Esta sigla se transformou em um sinônimo de bandalheira, de desarrumação e falta de credibilidade. A despeito disso, sabe-se que neste partido ainda existem pessoas bem intencionadas, que não se desvirtuaram dos preceitos que nortearam a criação do Partido dos Trabalhadores.

Mas estamos também, e isto é inegável, aliviados: o primeiro passo foi dado para a faxina, a limpeza dos maus políticos que o Brasil tanto anseia!


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