Seade aponta redução de 1.468 postos de trabalho na região de Barretos

Agora
Guaíra, 23 de junho de 2016 - 10h33

Segundo setores de atividade, entre o 4º trimestre de 2015 e o 1º de 2016, os empregos formais reduziram-se na agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura

 

A Fundação Seade divulgou pesquisa sobre a evolução dos empregos formais na Região Administrativa de Barretos no 1º trimestre de 2016. A 13ª R.A. é composta por 19 municípios.
Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, os empregos formais celetistas no Estado de São Paulo retraíram-se em 81.782 postos de trabalho, resultado de 1.185.001 admissões e 1.266.78 desligamentos.
No mesmo período, na Região Administrativa de Barretos – que detém 0,9% do total de empregos formais do Estado – também houve redução de 1.468 postos de trabalho, em decorrência de 13.963 admissões e 15.431 desligamentos.
Com essa movimentação, o número de empregos formais celetistas na região, ao final do 1º trimestre, foi de 110.358, 1,3% inferior àquele registrado no 4º trimestre de 2015. Na comparação com o 1º trimestre do ano passado, o estoque de empregos aumentou 1,1%, com a geração de 1.247 postos de trabalho.
Segundo setores de atividade, entre o 4º trimestre de 2015 e o 1º de 2016, os empregos formais reduziram-se na agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (eliminação de 5.206 postos de trabalho ou -23,1%) e, em menor proporção, na construção (-316  ou -1,3%), parcialmente compensados pelo crescimento na indústria de transformação (geração de 2.853 postos de trabalho ou 10,7%) – em especial na fabricação de produtos alimentícios e de bebidas (2.073, ou 11,5%) –, nos serviços (957 ou 3,2%), com destaque para administração pública, defesa e seguridade social; educação; saúde humana e serviços sociais (975  ou 9,1%) e na construção (261 ou 3,6%).
Na comparação com o 1º trimestre de 2015, o aumento do número de empregos formais (1.247 postos de trabalho) deveu-se ao aumento na agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (2.888) e nos serviços (408). Houve redução dos empregos na indústria de transformação (-3,7%) – principalmente na indústria metalomecânica (-15,4%) –, na construção (-6,9%) e no comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas (-1,3%).

 

Positivo: a ocupação com maior saldo positivo de janeiro a março de 2016, foi a de “Trabalhador da cultura de cana-de-açúcar” com saldo de 1.280 vagas, resultado de 1.364 admissões e 84 desligamentos. Em seguida aparece a ocupação “Motorista de caminhão” com saldo de 793 vagas, resultado de 1.247 admissões e 454 desligamentos.

Negativo: a ocupação com maior saldo negativo no mesmo período foi a “Trabalhador no cultivo de árvores frutíferas”, que teve fechamento de 5.705 empregos formais, resultado de 583 admissões e 6.288 desligamentos. Em seguida aparece a função de “Vendedor de comércio varejista”, com fechamento de 12 vagas, resultado de 604 admissões e 726 desligamentos. (ODiárioOnline)

 


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