Vacina da gripe para toda a população não está disponível no Estado de São Paulo

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Guaíra, 6 de junho de 2017 - 10h17

De acordo com a Vigilância Epidemiológica de Guaíra, a vacinação não foi liberada para a região

A partir desta semana, a população de 14 estados mais o Distrito Federal terá acesso à vacina contra gripe. Já os estados de São Paulo, Alagoas, Amapá, Ceará e Pernambuco não irão liberar a vacina pelo Sistema Único de Saúde.

Com o fim da campanha de vacinação para os grupos prioritários (idosos, crianças, gestantes, trabalhadores da área da saúde, entre outros), outros terão acesso à imunização até o fim dos estoques nesses estados.

Os estados que já confirmaram a liberação foram Acre, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e Maranhão, além do Distrito Federal.

De acordo com a Vigilância Epidemiológica de Guaíra, a regional de Barretos não liberou a vacinação para a região. “Não há nada oficial. Continuamos com as vacinas somente para os grupos prioritários e os já contemplados com a vacina anteriormente. Se houver mudança na decisão, divulgaremos para o município”, destaca a enfermeira Ana Carolina Minoda.

Segundo ela, a cidade atingiu a meta apenas dos idosos. “Os demais grupos ainda não. Por isso estamos intensificando a busca das crianças, gestantes, puérperas e trabalhadores de saúde”, destaca.

A campanha vai até sexta-feira (9). A meta é de vacinar 90% do público-alvo: bebês a partir dos seis meses e crianças menores de cinco anos de idade, idosos a partir dos 60 anos, gestantes, puérperas (mulheres que tiveram filhos nos últimos 45 dias), indígenas, profissionais de saúde que trabalham em serviços públicos e privados, professores das redes pública e privada, além dos novos grupos contemplados com a ampliação.

A vacina disponibilizada pelo Ministério da Saúde desde o dia 17 de abril protege contra os três subtipos do vírus da gripe determinados pela Organização Mundial da Saúde para este ano (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B). Segundo a pasta, estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% e 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.

De acordo com o ministério da Saúde, é fundamental que as pessoas se vacinem neste momento para estarem protegidas durante o inverno, quando os diversos vírus da influenza começam a circular com maior intensidade. O organismo leva, em média, de duas a três semanas para criar os anticorpos que geram proteção.


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