A Loja Maçônica Acácia Guairense viveu um dos momentos mais marcantes de sua trajetória no último dia 17 de maio, durante a celebração do Jubileu de Ouro da instituição, que no dia 18 de maio completou oficialmente 50 anos de fundação em Guaíra.
Conduzida pelo venerável mestre Wilson da Silva Brandão, a cerimônia foi marcada pela simplicidade, pelo sentimento de gratidão e pelo reconhecimento àqueles que ajudaram a construir a história da maçonaria guairense ao longo de cinco décadas.
Ao lado do venerável, estiveram no altar o Sereníssimo Grão-Mestre Celso Ribeiro, do GOP, e Paulo Costa Kedhi, membro do ICD, reforçando a importância do momento para a maçonaria regional.
Durante a solenidade, homenagens especiais emocionaram os presentes. Foram entregues títulos e reconhecimentos a irmãos que simbolizam dedicação, permanência e compromisso com os princípios maçônicos.
Receberam homenagens:
* Said Abou Hammine, pelos 25 anos de Ordem
* João Gasparino Ribeiro e Antônio Carlos Barros, pelos 35 anos de Ordem
Também foram reconhecidos:
* João Alberto Rocha, ex-venerável ativo mais antigo
* Amado Dagoberto Ricardo de Souza, como o membro de maior idade natural
* João José Assis Leite, o mais antigo de Ordem, com 48 anos de trajetória maçônica
A celebração também teve um significado especial para a comunicação e memória da instituição. Durante o evento, foi entregue aos presentes a Revista Especial de 18 de Maio, produzida pelo Jornal O Guaíra, trazendo em suas páginas uma matéria dedicada aos 50 anos da Acácia Guairense, resgatando momentos, personagens e a importância histórica da loja para a cidade.
Após a cerimônia, os convidados participaram de um almoço servido pelo Buffet Mezzanino, em um ambiente de confraternização, reencontros e homenagens.
Mais do que comemorar uma data, o Jubileu de Ouro da Acácia Guairense representou o reconhecimento de uma história construída no silêncio do bem, na união entre irmãos e no compromisso permanente com valores que atravessam gerações.
Cinco décadas depois, a Acácia Guairense segue sendo referência de tradição, fraternidade e serviço à comunidade guairense.


