Se prometeu, cumpra!

Editorial
Guaíra, 5 de fevereiro de 2016 - 10h16

Jesus dizia: “que o seu sim seja sim, e que o seu não seja não”. Se você assumiu uma responsabilidade, vá até o final. Mantenha sua palavra, porque ela é preciosa. Porém, parece que em Guaíra não é assim que a “banda toca”.

São muitas promessas que não foram cumpridas. E uma delas está deixando os servidores públicos municipais decepcionados com a gestão do prefeito Sérgio de Mello e seu vice Denir Ferreira dos Santos. No início de seu mandato, a atual administração prometeu que ofereceria ganho real de 10% aos servidores ao longo de seus quatro anos de Governo, através do “Pacto da Maturidade”, e até agora não cumpriu.

No ano passado, os servidores se desapontaram com o prefeito por não honrar sua palavra e não reajustar o índice da inflação sobre os seus salários. E parece que vem más notícias por aí novamente. A assessoria do prefeito fez questão de enviar um texto mostrando o quanto Sérgio de Mello “se preocupa” com os seus funcionários, mas em momento algum confirmou que ele irá cumprir o “Pacto da Maturidade”.

Chegaram até a somar todos os reajustes feitos por ele durante este e o mandato passado. Além disso, ainda há uma declaração dizendo que: “Lógico que [Sérgio] gostaria de ter proporcionado ganho real acima do índice da inflação registrado pelo IPCA-E (…) mas estaria cometendo um erro ou uma ilusão aos servidores municipais”.

Erro? Errado é pensar que aquela lista gigante de promessas será realizada por completo. Errado é acreditar que em seu último ano de mandato tudo será “resolvido”. Errado é fazer um povo crer que terá sua própria residência, saúde e educação de qualidade apenas para sentar-se à cadeira do Executivo. Isto sim é ilusão e um erro gigante!

Não compensa publicarmos aqui as outras “declarações” ditas pela assessoria do senhor Sérgio de Mello, que tenta “acalmar” a população com palavras esperançosas.

Como o sábio Paulo Coelho diz: “Os que prometem – e não cumprem – vivem criando problemas para si mesmos. Perdem o respeito próprio, têm vergonha de seus atos. A vida destas pessoas consiste em fugir; elas gastam muito mais energia desonrando a palavra, que os honestos gastam para manter seus compromissos”.


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