PSDB de Guaíra e Deputado Engler confirmam convênio de 232 casas da CDHU em junho

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Guaíra, 21 de junho de 2016 - 08h00

A confirmação da assinatura do convênio será entre os dias 27 e 29 de junho em São Paulo. Início das obras de construção das moradias pela CDHU ainda não foi possível devido ao atraso da documentação por parte da prefeitura municipal

Vereadores do PSDB José Natal Pereira e Dra. Bia Junqueira e o assessor parlamentar Edvaldo Morais ao lado do deputado estadual Roberto Engler

Vereadores do PSDB José Natal Pereira e Dra. Bia Junqueira e o assessor parlamentar Edvaldo Morais ao lado do deputado estadual Roberto Engler

Vereadores do PSDB José Natal Pereira e Doutora Bia Junqueira e o assessor parlamentar Edvaldo Morais ao lado do governador Geraldo Alckmin

Vereadores do PSDB José Natal Pereira e Doutora Bia Junqueira e o assessor parlamentar Edvaldo Morais ao lado do governador Geraldo Alckmin

 

O PSDB local confirmou nesta semana que o município de Guaíra deverá ser convidado para assinatura do convênio de construção de 232 casas por meio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) entre os próximos dias 27 e 29 de junho.

A confirmação partiu do Diretor Presidente da CDHU, Marcos Rodrigues Penido e já havia sido anunciada durante a visita do governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, à cidade de Severínia (SP), no mês passado, quando liberou diversos investimentos para a região.

Na oportunidade, estiveram presentes os vereadores José Natal Pereira e Ana Beatriz Coscrato Junqueira e o Assessor Parlamentar Edvaldo Morais, que reforçaram as reivindicações da cidade juntamente com o deputado estadual Roberto Engler.

Na ocasião, o governador anunciou que as cidades que já haviam assinado convênio teriam suas ordens de serviços liberadas para início das obras. “Todos os municípios que assinaram convênio poderão iniciar as obras das casas do CDHU. Em junho, vamos assinar os convênios com as cidades que ainda não fizeram a ordem de serviço”, confirmou Alckmin.

No momento em que prefeito Sérgio de Mello entregar a escritura do terreno para a construção das casas, será reembolsado pelo Estado em aproximadamente R$ 400 mil. No caso de Guaíra, serão 232 moradias.

 

SITUAÇÃO DAS CASAS DE GUAÍRA

Em recente publicação em sua rede social Facebook, o prefeito Sérgio de Mello declarou que estava fazendo a sua parte na construção das casas populares, dependendo apenas da liberação por parte dos Governos Federal e Estadual.

Porém, a realidade é outra. O município possui uma área adquirida no primeiro ano do atual governo que está dentro do perímetro proibido para a construção de moradias, uma vez que fica no limite de 500 metros de lagoas de estabilização.

Além disto, a prefeitura apenas entregou a documentação necessária dos terrenos para a CDHU no início deste ano (2016). Se a atual gestão tivesse feito sua parte nos três anos anteriores, certamente já teria recebido a ordem de serviço e iniciado a construção de casas populares. Há diversos municípios que, dentro de seu mandato (2013-2016), já começaram e até entregaram residências.

O PSDB ressaltou que, juntamente com o Governo do Estado, está lutando e fazendo a sua parte, mas questionou “onde estão as mil casas do Programa Minha Casa Minha Vida do Governo Federal petista?”.

De acordo com o assessor parlamentar Edvaldo Morais, o atraso na documentação prejudicou a população. “Não podemos admitir que a atual administração culpe o Estado pelo atraso na construção das casas. Passaram mais de três anos desde que a área foi adquirida e somente este ano ocorreu a regularização. Nossa parte estamos fazendo, a prefeitura não”, ressaltou.

A vereadora Dra Bia Junqueira lamentou o atraso na documentação. “Guaíra deverá assinar este convênio em junho. Já é uma boa notícia para a cidade, mas lamentamos que, por falta de planejamento, o início das obras não aconteça dentro do previsto”, afirmou.

O parlamentar José Natal Pereira criticou a postura da atual administração em culpar o Governo do Estado pelo atraso da construção das casas. “Se o prefeito tivesse feito a lição de casa no tempo certo, isto não aconteceria. O governador manteve o compromisso das 232 casas, só não podia fazer milagre sem as documentações”, concluiu.

 

ADEQUAÇÕES NECESSÁRIAS

Adequações nas redondezas do conjunto habitacional devem ser realizadas pela prefeitura e devem estar prontas quando as casas também estiverem concluídas. As duas principais se relacionam com a construção de um canal de drenagem e de um emissário que permita desativação de lagoas de tratamento de esgoto próximas à área que será cedida à CDHU.

A construção das casas pode ser iniciada sem que essas obras sejam executadas, no entanto, a entrega das unidades habitacionais à população não poderá ser realizada sem que esses dois problemas estejam resolvidos. “São duas exigências que condicionam a finalização da obra e a distribuição das chaves aos mutuários que serão sorteados. Ou seja, sem a solução desses dois problemas, as casas não poderão ser entregues à população”, ressaltou o deputado estadual Roberto Engler.



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