Vacinação contra o sarampo vai até o dia 13 de março

Objetivo é alcançar pessoas na faixa etária de 5 a 19 anos que ainda não receberam as doses necessárias

Saúde
Guaíra, 25 de fevereiro de 2020 - 08h00

A Secretaria de Saúde continua com a campanha de vacinação contra o sarampo, para alcançar crianças e jovens ainda não imunizados contra a doença. As doses são aplicadas em pessoas na faixa etária de 5 anos a 19 anos disponíveis em todos os postos da cidade.

A vacina tríplice viral protege contra sarampo, rubéola e caxumba. É importante comparecer às USF’s (Unidas de Saúde da Família) com a carteirinha de vacinação, para que um profissional verifique a necessidade de aplicação da dose.

O calendário nacional de vacinação prevê a aplicação da tríplice aos 12 meses e também aos 15 meses para reforço da imunização com a tetraviral, que protege também contra varicela. Os bebês com 6 meses também devem receber a chamada “dose zero”, que não é contabilizada no calendário. A vacina é contraindicada menores dessa idade. A recomendação para os pais e responsáveis por crianças nessa faixa etária é evitar exposição a aglomerações, manter higienização adequada, ventilação adequada de ambientes, e sobretudo que procurem imediatamente um serviço de saúde diante de qualquer sintoma da doença, como manchas vermelhas pelo corpo, febre, coriza, conjuntivite, manchas brancas na mucosa bucal. Somente um profissional de saúde poderá avaliar e dar as recomendações necessárias.

A Secretaria de Saúde do Estado orientou para que as salas de vacinação façam a triagem de crianças que tenham alergia à proteína lactoalbumina, presente no leite de vaca, para que estas recebam a dose feita sem esse componente.

A vacina é contraindicada também para pessoas imunodeprimidas e gestantes. Pessoas nascidas antes de 1960, na sua maioria, já tiveram a doença na infância e possuem imunidade (proteção) por toda a vida, não necessitando ser vacinadas, conforme diretriz do Ministério da Saúde. Quem tiver dúvidas quanto à imunização adequada deve procurar um posto, com a carteira vacinal em mãos, para que um profissional de saúde verifique a necessidade de aplicação, que ocorrerá de forma “seletiva”, ou seja, apenas em quem tiver alguma pendência.


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