
Pais e responsáveis de Guaíra que receberam mensagens do Gov.br alertando sobre possíveis pendências na vacinação infantil não precisam concluir, de imediato, que seus filhos estão com alguma dose em atraso. A Diretoria Municipal de Saúde esclareceu que as notificações, enviadas por mensagens de texto e WhatsApp, também chegaram a famílias cujas crianças estão com a vacinação em dia, provocando dúvidas e preocupação.
Os comunicados mencionavam a necessidade de atualização da vacinação contra doenças respiratórias, incluindo referências à vacina Pneumo 20. Segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, o Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), explicou que o envio das mensagens tinha como objetivo incentivar a atualização das cadernetas de vacinação. Entretanto, o critério utilizado para selecionar os destinatários acabou gerando transtornos, uma vez que famílias sem pendências também receberam os avisos.
Diante da situação, a Vigilância Epidemiológica de Guaíra reforça que receber uma notificação não significa, necessariamente, que a criança esteja com a vacinação atrasada ou precise tomar uma dose adicional. A situação vacinal deve ser verificada individualmente, considerando a caderneta de vacinação e os registros disponíveis nos serviços de saúde.
A orientação é que pais e responsáveis que tenham dúvidas procurem a Unidade de Saúde da Família (USF) mais próxima, levando a caderneta de vacinação e um documento da criança. Os profissionais poderão conferir as doses já aplicadas, verificar a necessidade de alguma atualização e esclarecer eventuais divergências nas informações.
A Diretoria Municipal de Saúde informou ainda que as equipes das salas de vacinação já foram orientadas para atender as famílias e prestar os esclarecimentos necessários.
O principal recado é que a mensagem funciona como um alerta para conferência, e não como confirmação de atraso vacinal. Por isso, antes de qualquer preocupação ou conclusão precipitada, a recomendação é buscar orientação dos profissionais de saúde e manter o acompanhamento regular da vacinação infantil.

