
A proposta foca na articulação de uma rede de fiscalização de medidas protetivas. Para viabilizar a iniciativa, o debate integrou setores fundamentais da administração municipal. Entre os presentes, destacaram-se Marta Barbar Silva, presidente do Fundo Social de Solidariedade; a diretora Cida Ferreira, à frente da Diretoria de Assistência, Desenvolvimento e Inclusão Social (DADIS); e a assistente social e vereadora Maria Adriana Gomes, representando a frente parlamentar do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM).
A área técnica contou com as contribuições da psicóloga da DADIS, Daniele Gonçalves de Oliveira; da chefe do Departamento de Proteção Básica, Delza Cristina Ferreira; da encarregada do CREAS, Francielli Jacinto da Silva; e, da pasta da Saúde Municipal, o diretor Cervantes da Silva Garcia.
Representando o terceiro setor, a advocacia protetiva e os órgãos de controle social, participaram Eloisa Cristina Monteiro da Cruz Souza, da Sogube; a Dra. Nelaine Andrea Ferreira, presidente da Comissão da Mulher Advogada da OAB; além das membras do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM).
A segurança institucional e a saúde pública foram debatidas pelo diretor municipal de Justiça e Segurança, Dr. Beto Omoto, e pelo comandante da Guarda Civil Municipal (GCM), Jonatan Monteiro Braga.
Se adotado, o plano deve otimizar o tempo de resposta policial e o acolhimento psicossocial de mulheres em situação de vulnerabilidade causada pela violência, unificando os esforços regionais no combate aos abusos domésticos.

