Protetora de animais alerta para surto de cinomose em Guaíra

A cuidadora pede para que os proprietários vacinem seus pet’s e fiquem atentos aos sintomas iniciais da doença

Geral
Guaíra, 22 de agosto de 2019 - 10h10

A protetora voluntária de animais, Rosane Cassiano, procurou a reportagem do O Guaíra nessa semana para alertar a ocorrência de um surto de cinomose na cidade. Segundo ela, apenas nos últimos dias, foram vários casos denunciados para os grupos de proteção animal.

De acordo com especialistas, para evitar a enfermidade, somente a vacinação. ”A cinomose canina é infectocontagiosa e afeta cães causada por um vírus altamente contagiosa e costuma acometer animais que ainda não terminaram o esquema vacinal (filhotes) ou que não costumam receber o reforço anual da vacina múltipla”, acrescenta Rosane.

A cuidadora pede para que os proprietários dos pet’s fiquem atentos aos sintomas iniciais da doença que, em seu estágio inicial, geralmente atinge o sistema digestivo comumente causando diarreia e, em uma etapa mais avançada, ataca as vias respiratórias causando secreções, normalmente amareladas e densas saindo do nariz e região dos olhos.

Ela faz um apelo à população. ”Vacine o animal com urgência, porque a cinomose é muito grave, com um tratamento muito difícil, muito demorado, são poucos os animais que sobrevivem e, na maioria das vezes, nem é indicado o tratamento podendo levar o bichinho a óbito”, ressalta Cassiano.

Como Tratar

Depois de entender do que se trata, é importante saber como tratar cinomose para que os pet’s possam viver saudáveis e felizes novamente. Infelizmente, ainda não há nenhum tipo de medicamento capaz de combater totalmente a doença, porém, pode ser realizado um tratamento para minimizar os sintomas mais fortes dos animais.

Contudo, com a vacinação, é possível prevenir a contaminação dos vírus responsáveis pela cinomose. São necessárias três doses, respeitando o intervalo entre elas, para deixá-los totalmente protegidos. Antes de dar a vacina nos pequenos, é importante mantê-los em locais protegidos para que não corram o risco de se contaminarem.




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