O direito de sonhar

Editorial
Guaíra, 26 de agosto de 2026 - 07h50

Uma medalha. Um lugar na Seleção Brasileira. Um intercâmbio.

Três conquistas diferentes, mas com algo em comum: antes de acontecerem, foram sonhos.

E talvez seja justamente isso que mais nos inspire quando vemos um jovem conquistar alguma coisa. Não é apenas o resultado. É saber que, antes da medalha, houve treino. Antes da convocação, houve esforço. Antes do embarque, houve preparação. E, muitas vezes, antes de tudo isso, houve alguém que acreditou que era possível.

Vivemos em um tempo que costuma valorizar demais o resultado e de menos o caminho. Queremos a vitória, mas nem sempre enxergamos as horas de dedicação que existem por trás dela.

Por isso, cada jovem que escolhe perseguir um sonho de maneira positiva merece ser celebrado.

Porque resiliência não é nunca cair. É entender que cair faz parte do caminho e continuar.

E talvez essa seja uma das melhores lições que podemos oferecer às novas gerações: sonhos não são garantias de chegada. São razões para caminhar.

Uma medalha pode durar para sempre. Uma convocação pode mudar uma vida. Um intercâmbio pode abrir o mundo.

Mas o maior prêmio talvez seja outro: descobrir, ainda jovem, que esforço, disciplina e perseverança podem transformar aquilo que parecia apenas um sonho em uma possibilidade real.

Que nunca faltem sonhos aos nossos jovens.

E que nunca lhes falte coragem para persegui-los.


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